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DEPUTADO FEDERAL (SP) EDUARDO BOLSONARO: MIMIMI, VIADICE, BULLYING E AFINS.



Desde que o ser humano existe as gerações vão mudando. Algumas alterações são saudáveis, outras maléficas. A geração que está crescendo sofre de uma ultra proteção, como se evitar obstáculos fosse fazer nossos filhos chegarem até a fase adulta melhores. Até entendo que esse seja o instinto natural dos pais. Mas como tudo em exagero, acaba resultando em algo ruim. Antigamente era aceitável - e quase recomendável - que se um filho apanhasse na rua ele não voltasse chorando para casa, mas sim que desse um jeito de devolver a surra - se fosse menina estaria configurada uma covardia e aí o agressor arcaria com o devido retorno que mesmo desproporcional seria justo. Hoje em dia se o filho volta chorando para casa, independente por qual motivo seja, é aceitável que o pai ou a mãe exija que a escola o proteja - escolas têm indenizado alunos por bullying. Esse é apenas um exemplo pontual mas que é levado ao extremo e está fazendo com que cresça uma geração de pessoas não acostumadas a lidarem com obstáculos. São jovens que quando chegarem à fase adulta e, por óbvio, não puderem mais contar com essa ultra proteção terão grandes responsabilidades, mas não saberão como se comportar diante de uma adversidade - e nem poderão suscitar bullying. Tudo porque boa parte das pessoas segue a cartilha do politicamente correto onde nem cantar a famosíssima "atirei o pau no gato" é permitido, pois aí se está supostamente estimulando à matança de animais - Xuxa, Mara Maravilha, Fofão e outros entrariam em cana nos dias de hoje.

Eu sei que a geração anterior sempre critica a que a sucederá, porém este é um fato notório que com certeza já gera seus reflexos. No link abaixo há um vídeo, de outubro de 2015, em que um aluno de 7 anos destrói cadeiras e mesas numa escola. Os professores e funcionários com receio da super proteção, ou até eventual processo que poderiam sofrer dos pais caso interviessem fazendo uso da força, acabam apenas filmando a conduta do pirralho, mais um super protegido que crescerá sem limites. Só fico imaginando se fosse eu que fizesse isso, aí de mim quando chegasse em casa, minha mãe daria era no meu "comedor de lavagem" - era como ela chamava minha boca quando eu fazia algo errado - só para início de conversa, hoje minha mãe estaria em curso em crime da lei das palmadas.

OBS: O nível do politicamente correto - alguns chamam suas reações de "mimimi" - está tão alto que não tardará surgirá alguém me reprimindo aqui por ter usado no título a expressão "viadice". Pois explico. Não é referência a viado no sentido pejorativo de gay, mas sim no sentido de comportamento daquele que sempre se coloca na condição de vítima. E neste ponto não há que se falar em sexualidade. Retire essa pré conceituação da sua cabeça. Vamos viver um mundo menos chato, onde até os humoristas reclamam do receio de confeccionar piadas. http://goo.gl/SkUSyU


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O TRABALHO DOS FILHOS DE BOLSONARO. VEJA: http://migre.me/t1rFl


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. EDUARDO BOLSONARO (DEPUTADO FEDERAL / SP)


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